O Tesouro que somos

Partilhas do mês de Outubro

Vivência pessoal e em comunidade

Comunidade do Luxemburgo

Ao longo deste mês de outubro – mês da congregação, a nossa comunidade procurou viver e partilhar o dom que somos e que os outros são para nós. Entre desafios de fraternidade e de missão, fomos conduzidas pelo Senhor, através das orientações vindas do nosso novo governo geral.

Destacamos dois momentos: um vivido entre nós, com os leigos e outro com uma das nossas comunidades.

  1. Dia 18, com a FA reunida, para rezar o rosário, estando presentes outras pessoas, fizemos a partilha do tesouro que somos para os outros, em missão.

Falámos de nós, congregação, aqui no Luxemburgo e dos motivos pelos quais chamamos ao mês de outubro, mês da Congregação.

“Um mês que nos convida a olharmos o tesouro que somos uns para os outros, que sois para nós, que queremos ser para vós”, dizia uma irmã. 

Foi um dom para nós e para os leigos presentes, esta partilha simples mas muito significativa.

 

  1. Dia 25, o tema da partilha foi: o tesouro que somos para as outras, em fraternidade.

Em comunidade optámos por um momento de partilha fraterna com uma comunidade de irmãs com quem temos tido menor contacto. Escolhemos a comunidade do Candeeiro. A irmã Clara disponibilizou-se de imediato para colaborar.

Foi maravilhoso este encontro via Zoom. Num primeiro momento as irmãs Carmo, Perpétua e Regina, partilharam algo de si, da sua experiênia fraterna e de missão, aqui no Luxemburgo.

Sentimo-nos dom para os outros e os outros dom para nós. Somos dom nesta Igreja diocesana que nos acolhe e ela dom para nós. Dom umas para as outras, dom fraterno, desafio a ir mais além, também na fraternidade, interpelação fraterna, mesmo quando sofremos as nossas dificuldades. E elas têm aparecido. Tudo é dom, como vivemos e partilhávamos.

Num segundo momento, as Irmãs da Comunidade do Candeeiro também partilharam da sua vida de missão ad intra e de fraternidade. Falaram da saúde de cada uma e do gosto pessoal e comunitário, por fazerem parte daquela comunidade.

Foram duas comunidades a partilhar vida fraterna e de missão que a todas nos motivou e enriqueceu, deixando no rosto de cada uma o brilho da fraternidade partilhada.

Terminámos o encontro com o cântico: um desejo ardente e fundo.

Não se esqueça de fazer o Lougout para sair em segurança desta Área Reservada.