O Tesouro que somos

Partilhas do mês de Outubro

Vivência do mês da Congregação

Comunidade de Sesimbra

Comunidade de Sezimbra

Foi agradável olharmos só para aquilo que sentimos ser valor em nós. Foi um pouquinho mais difícil, comunica-lo, mas com o apoio das descobertas das maravilhas que descobrimos também nas outras e apontando essas qualidades /virtudes, tornou-se muito aprazível para todas, sentirmo-nos reconhecidas nos valores que cultivamos. Isso criou bem-estar na comunidade – foi realmente um tesouro descoberto-digo melhor, posto à luz. O que cada uma sente e o que as outras confirmaram: maravilhoso! Descobrimos, reconhecemos o que somos em fraternidade também para o meio, pela partilha do que temos

Mas muito mais somos, como comunidade desperta, para os outros e virada para a sociedade que nos rodeia, com as suas dificuldades e dons. Somos aqui, um dom, reconhecido pelos cristãos. Se eles também partilham tanta coisa connosco, é porque nos apreciam e querem manifestar a sua gratidão. Ocupamos muito tempo em acolhimento e em oração de intercessão. Necessitamos de estar atentas constantemente à comunidade local, especialmente aqueles que estão mais ligados – são os parabéns a dar, os telefonemas muito frequentes aos doentes e mais sós, aos membros da família Andaluz, aos membros do coro, aos vigilantes da igreja, aos voluntários da Paróquia. Estivemos também reunidas com o conselho da FA, em nossa casa, a ver o que fazer, para relançar o grupo.

Tudo isto são modos que usamos para manifestar comunhão e inserção no meio, tal como as mensagens. Em missão, embora poucas e enfraquecidas pela idade e doença, somos uma grande presença. Um despertador constante ao sentir da Igreja Universal. Nos contactos que tivemos com casais, nestes dias e a formação de matrimónio e batismo, acompanhámos alguns nas próprias festas. Demos notícias de uns para os outros. E ainda fizemos partilha do que nos é também oferecido, como se vê na foto.

Semana de 17-24

Escolhemos a comunidade que imaginámos, estaria em maior adaptação, por vários motivos: mudança de casa, saída de algumas irmãs e saúde mais débil da que foi operada aos olhos que a fez estar fora e mais limitada. Foi a comunidade da Ericeira. Ainda sonhámos em fazer uma visita, à comunidade (teve de ficar para outra data, dados os vários limites que se impuseram, a uma e outra), mas uma irmã visitou a doente fora do seu domicílio. Todas estivemos mais atentas às irmãs doentes ou que nos pareceu, mais necessitadas de contacto. Fizemos telefonemas, enviámos mensagens e estivemos com todas numa presença mais consciente, na nossa oração. Por toda a Congregação temos suplicado ao Senhor que nos atenda nas nossas necessidades.

Segue em anexo foto da visita e partilha a uma família. Foi o possível dentro do contexto da comunidade.

Não se esqueça de fazer o Lougout para sair em segurança desta Área Reservada.